O comportamento do caixa é definido por um conjunto de opções na configuração do módulo. As principais estão descritas abaixo, em linguagem de operação.
Define se a empresa trabalha com um único caixa centralizado ou com um caixa por terminal:
Normalmente, ao fechar o caixa o sistema já mostra para o operador o valor que calculou que deveria existir, e o operador só confirma esse valor (ou aponta uma diferença).
Quando o fechamento cego está ligado, isso muda: o operador precisa contar o dinheiro e informar o valor sem o sistema mostrar antes o quanto era esperado. Só depois de informado o valor contado, o sistema calcula e mostra se houve falta ou sobra de caixa. A ideia é evitar que o operador apenas copie o valor calculado pelo sistema sem realmente conferir o dinheiro.
Essa opção pode ser ligada tanto para a Registradora (caixa de retaguarda) quanto para o PDV, cada um com sua própria configuração — ou seja, é possível ter fechamento cego só no PDV, só na Registradora, nos dois, ou em nenhum.
A configuração também define qual é o caixa padrão (conta financeira) usado como origem/destino das sangrias, suprimentos e transferências, além das operações financeiras usadas para registrar dinheiro apurado, falta de caixa, sobra de caixa, sangria, suprimento e saldo deixado para o próximo dia.